{"id":91,"date":"2012-05-08T13:21:52","date_gmt":"2012-05-08T13:21:52","guid":{"rendered":"https:\/\/jorgebranco.pt\/?p=91"},"modified":"2022-02-19T13:33:53","modified_gmt":"2022-02-19T13:33:53","slug":"rastreio-do-cancro-da-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jorgebranco.pt\/?p=91","title":{"rendered":"Rastreio do Cancro da Mama"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#eae9e9;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:1144px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p><strong><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-92 alignleft\" src=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1mamgrafo-rastreio-imagem.jpg\" alt=\"\" width=\"194\" height=\"260\" \/>O diagn\u00f3stico precoce \u00e9 vital para o futuro das pacientes<\/strong><\/p>\n<p>Afirmei no artigo anterior sobre o cancro da mama que este \u00e9 o tumor maligno mais frequente na mulher. Para se perceber bem a grandeza deste problema de sa\u00fade p\u00fablica, \u00e9 importante informar que em Portugal ocorrem aproximadamente 4.500 novos casos de cancro da mama por ano, ou seja 11 novos casos por dia, provocando a morte de 4 mulheres por dia.<br \/>\nForam tamb\u00e9m descritos os mais importantes fatores de risco que isoladamente ou em associa\u00e7\u00e3o, comportando-se como co-carcinog\u00e9neos, contribuem significativamente para a oncog\u00e9nese deste tumor.<br \/>\nMuitos destes fatores de risco s\u00e3o evit\u00e1veis ou modific\u00e1veis, pelo que a sua anula\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para a preven\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria. \u00c9 para reduzir o risco de cancro da mama que aconselhamos sistematicamente as senhoras a otimizar o seu padr\u00e3o reprodutivo e, em especial a partir dos 40 anos, a aperfei\u00e7oar o seu estilo de vida, evitando ao m\u00e1ximo, entre outros, o sedentarismo, a obesidade e o tabaco e preferindo uma dieta saud\u00e1vel mediterr\u00e2nica.<br \/>\nCom o rastreio do cancro da mama (iniciado em Portugal em 1986) pretende-se n\u00e3o s\u00f3 um diagn\u00f3stico precoce, descobrindo tumores em est\u00e1dio inicial, muito pequenos, silenciosos, n\u00e3o palp\u00e1veis e s\u00f3 vistos em mamografia ou ecografia ou em fase evolutiva n\u00e3o invasiva permitindo assim tratamentos menos mutilantes (cirurgia conservadora) e traumatizantes (quimioterapia). Quanto mais cedo o tumor for detetado, melhores as suas hip\u00f3teses de cura ou de uma sobrevida livre de doen\u00e7a bastante mais longa.<br \/>\nPortanto, o maior benef\u00edcio do rastreio \u00e9, em \u00faltima an\u00e1lise, diagnosticar o cancro o mais cedo poss\u00edvel para evitar a morte por cancro da mama.<br \/>\nV\u00e1rios elementos concorrem para o rastreio:<\/p>\n<p><strong>1. Rastreio pessoal<\/strong><br \/>\n1.1. Em primeiro lugar, conhe\u00e7a o seu corpo, nomeadamente as suas mamas (atrav\u00e9s da vis\u00e3o direta e ao espelho), de forma a poder descobrir rapidamente algo de anormal ou de que nunca se tenha apercebido (sobretudo nas mulheres mais novas, mais de 50% das anomalias s\u00e3o detetadas por elas pr\u00f3prias). Esteja atenta especialmente ao eventual aparecimento dos seguintes sinais de alarme:<\/p>\n<p>&#8211; N\u00f3dulo,<br \/>\n&#8211; Retra\u00e7\u00e3o mamilar n\u00e3o habitual,<br \/>\n&#8211; Corrimento mamilar,<br \/>\n&#8211; Altera\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas localizadas (endurecimento, espessamento, depress\u00e3o&#8230;),<br \/>\n&#8211; Rede venosa superficial mais vis\u00edvel unilateralmente,<br \/>\n&#8211; Aumento do volume mam\u00e1rio assim\u00e9trico.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-93 size-fusion-600\" src=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1111cancrodamama-sinaisalarme-600x293.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1111cancrodamama-sinaisalarme-200x98.jpg 200w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1111cancrodamama-sinaisalarme-300x147.jpg 300w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1111cancrodamama-sinaisalarme-400x195.jpg 400w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1111cancrodamama-sinaisalarme-600x293.jpg 600w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1111cancrodamama-sinaisalarme-768x375.jpg 768w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1111cancrodamama-sinaisalarme-800x391.jpg 800w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1111cancrodamama-sinaisalarme.jpg 948w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/>Sinais de alarme<\/p>\n<p>1.2. Autoexame mam\u00e1rio:<br \/>\nPalpe cuidadosamente o seu peito uma vez por m\u00eas (fixe um dia certo para n\u00e3o se esquecer, por exemplo o dia 1 de cada m\u00eas), durante o duche, com espuma para aumentar a sensibilidade. H\u00e1 v\u00e1rias formas de procedimento mas fa\u00e7a-o de forma sistematizada, quadrante por quadrante, depois a regi\u00e3o central (mamilo-areolar) e, finalmente a axila.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-94 aligncenter\" src=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/12222222222autoexamemamrio-300x283.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/12222222222autoexamemamrio-200x189.jpg 200w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/12222222222autoexamemamrio-300x283.jpg 300w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/12222222222autoexamemamrio-400x378.jpg 400w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/12222222222autoexamemamrio.jpg 428w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Se alguma vez detetar algum dos sinais de alarme acima referidos ou tiver d\u00favidas, n\u00e3o deixe de consultar rapidamente o seu ginecologista ou o seu m\u00e9dico de fam\u00edlia. Esta atitude pode salvar a sua vida.<\/p>\n<p><strong>2. Rastreio cl\u00ednico<\/strong><br \/>\nA incid\u00eancia do cancro da mama vai aumentando com a idade. Assim, pelo menos a partir dos 30 anos e, sobretudo a partir dos 40, todas as mulheres devem submeter-se anualmente, como parte importante do exame m\u00e9dico regular, a um cuidadoso exame cl\u00ednico mam\u00e1rio. O ginecologista ou o m\u00e9dico de fam\u00edlia deve aproveitar a oportunidade para a instruir sobre os fatores de risco e sobre o autoexame mam\u00e1rio, de forma a que ela possa conhecer melhor as suas mamas. A partir dos 40 anos, a frequ\u00eancia do exame cl\u00ednico deve ser adaptada a cada caso cl\u00ednico, tendo em conta o respetivo risco individual.<br \/>\nNa presen\u00e7a de suspeita de patologia, dever\u00e1 a mesma ser esclarecida com recurso a meios auxiliares de diagn\u00f3stico (sabendo-se que as mais jovens devem evitar, tanto quanto poss\u00edvel, a exposi\u00e7\u00e3o das mamas a radia\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p><strong>3. Rastreio imagiol\u00f3gico<\/strong><br \/>\n3.1. Mamografia:<br \/>\nChama-se mamografia \u00e0 radiografia das mamas executada num aparelho de Rx dedicado, denominado mam\u00f3grafo. Hoje em dia, os modernos mam\u00f3grafos s\u00e3o seguros e exp\u00f5em as pacientes \u00e0 menor dose de radia\u00e7\u00e3o poss\u00edvel. Para permitir boas imagens, as mamas t\u00eam de ser comprimidas entre placas, o que pode causar algum desconforto, o qual n\u00e3o ultrapassa habitualmente um minuto para cada mama.<br \/>\nEsta t\u00e9cnica documenta eventuais altera\u00e7\u00f5es mam\u00e1rias, sendo as mais frequentes:<br \/>\n&#8211; Calcifica\u00e7\u00f5es: macrocalcifica\u00e7\u00f5es, muito frequentes (50% das mulheres), benignas, relacionadas com a involu\u00e7\u00e3o mam\u00e1ria; microcalcifica\u00e7\u00f5es difusas ou agrupadas, punctiformes ou alongadas (da sua morfologia mamogr\u00e1fica depender\u00e1 um eventual grau de suspei\u00e7\u00e3o que pode indicar o recurso a bi\u00f3psia dirigida e a outros exames).<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-95 aligncenter\" src=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-200x267.jpg 200w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-225x300.jpg 225w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-400x533.jpg 400w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-600x800.jpg 600w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-768x1024.jpg 768w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-800x1067.jpg 800w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-1200x1600.jpg 1200w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/13333333333mama-microcalcificaobenigna-rotated.jpg 1224w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/>Microcalcifica\u00e7\u00e3o benigna<\/p>\n<p>&#8211; N\u00f3dulos qu\u00edsticos ou s\u00f3lidos de cuja morfologia imagiol\u00f3gica depende o seu significado cl\u00ednico.<br \/>\n&#8211; Altera\u00e7\u00f5es distr\u00f3ficas diversas com significado cl\u00ednico pr\u00f3prio, sobretudo quando este influencia o risco de cancro.<br \/>\nMamografia digital:<br \/>\nDifere da anterior pelo registo e armazenamento digitais e, sobretudo, pela possibilidade de edi\u00e7\u00e3o das imagens p\u00f3s exame, as quais podem ser melhoradas (dimens\u00e3o, brilho, contraste), de forma a permitir uma leitura mais f\u00e1cil e esclarecida. \u00c9 tamb\u00e9m poss\u00edvel o seu tr\u00e2nsito eletr\u00f3nico sem suporte arg\u00eantico, exigindo monitores de alta defini\u00e7\u00e3o no destino para n\u00e3o prejudicar a observa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nTomos\u00edntese:<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 mais que a mamografia digital em 3D que, com uma compress\u00e3o mam\u00e1ria, percorre o peito com m\u00faltiplos disparos de forma a possibilitar a reprodu\u00e7\u00e3o de imagens tridimensionais. Podendo permitir, nalguns casos, uma visualiz\u00e3o mais esclarecida das imagens, o seu papel no rastreio e diagn\u00f3stico da cancro da mama n\u00e3o est\u00e1 ainda bem estabelecido, tanto mais que a dose total de raios x com que a paciente \u00e9 irradiada \u00e9 maior que na mamografia.<br \/>\n3.2: Ecotomografia mam\u00e1ria:<br \/>\nEmbora a mamografia seja o exame standard para o rastreio do cancro da mama, a ecografia pode, em conjunto com aquela, ser grande utilidade para o esclarecimento de muitas situa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, nomeadamente na distin\u00e7\u00e3o entre n\u00f3dulos qu\u00edsticos e s\u00f3lidos e em mamas muito densas. \u00c9 ainda muito importante para a execu\u00e7\u00e3o de bi\u00f3psias guiadas da mama.<br \/>\nSendo uma t\u00e9cnica barata, n\u00e3o invasiva e sem radia\u00e7\u00f5es, \u00e9 indicada como ideal para o exame mam\u00e1rio nas mais jovens.<br \/>\n3.3. Resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (RM):<br \/>\nA RM n\u00e3o \u00e9 um m\u00e9todo usado no rastreio do cancro da mama. Contudo, a RM pode ser muito \u00fatil em situa\u00e7\u00f5es de necessidade de melhor esclarecimento de \u00e1reas suspeitas na mamografia e no controlo da evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>4. Frequ\u00eancia do rastreio<\/strong><br \/>\n4.1. O autoexame mam\u00e1rio dever\u00e1, como acima ficou descrito, ser feito mensalmente, num dia fixo do m\u00eas para evitar eventuais esquecimentos. Este gesto tem de representar para si um h\u00e1bito, um bom h\u00e1bito. Em princ\u00edpio, este \u00e9 o m\u00e9todo de rastreio ideal para o grupo et\u00e1rio dos 30 aos 40 anos, o qual dever\u00e1 praticar mesmo durante uma eventual gravidez. N\u00e3o deixe nunca de o cumprir!<br \/>\n4.2. A mamografia (com ou sem ecotomografia) dever\u00e1 ser realizada de 2 em 2 anos, nas mulheres entre os 40 e os 75 anos de idade. Em casos de risco aumentado da doen\u00e7a, sem preju\u00edzo do autoexame, a frequ\u00eancia do rastreio imagiol\u00f3gico dever\u00e1 ser estabelecida individualmente pelo m\u00e9dico.<br \/>\nMesmo sabendo que estas t\u00e9cnicas n\u00e3o s\u00e3o 100% infal\u00edveis, elas s\u00e3o indispens\u00e1veis para o diagn\u00f3stico precoce do cancro da mama.<br \/>\nO diagn\u00f3stico atempado do cancro da mama pode representar a fronteira entre a cura e a doen\u00e7a incur\u00e1vel. N\u00e3o deixe que a sua vida seja ultrapassada pelo cancro da mama!<br \/>\nConsulte o seu ginecologista.<\/p>\n<p>Outras leituras:<br \/>\n1. <em>ACOG Recommendations on Breast Cancer Screening. www.acog.org<\/em><br \/>\n2. <em>www.cancerscreening.nhs.uk<\/em><\/p>\n<\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 1.92%;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 1.92%;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;order : 0;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 1.92%;margin-left : 1.92%;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;order : 0;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 1.92%;margin-left : 1.92%;}}<\/style><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":92,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[21,24],"class_list":["post-91","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-patologia-mamaria","tag-ginecologia","tag-patologia-mamaria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/91","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=91"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/91\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":96,"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/91\/revisions\/96"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/92"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=91"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=91"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jorgebranco.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=91"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}