{"id":107,"date":"2011-02-16T14:06:39","date_gmt":"2011-02-16T14:06:39","guid":{"rendered":"https:\/\/jorgebranco.pt\/?p=107"},"modified":"2022-02-19T14:15:54","modified_gmt":"2022-02-19T14:15:54","slug":"alimentacao-e-gravidez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jorgebranco.pt\/?p=107","title":{"rendered":"Alimenta\u00e7\u00e3o e Gravidez"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#eae9e9;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:1144px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-108 size-full\" src=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1almoco.jpg\" alt=\"\" width=\"207\" height=\"117\" srcset=\"https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1almoco-200x113.jpg 200w, https:\/\/jorgebranco.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/1almoco.jpg 207w\" sizes=\"(max-width: 207px) 100vw, 207px\" \/>Uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel \u00e9 muito importante no momento da mulher pensar em engravidar.<br \/>\nO IMC (\u00cdndice de massa corporal) tem um papel fundamental na fertiliza\u00e7\u00e3o, assim como o aumento de peso correto durante a gravidez, para que ao nascer o beb\u00e9 seja saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>Na fase pr\u00e9 \u2013 concepcional \u00e9 fundamental se tiver peso a mais ou a menos, perder ou ganhar, pelo menos nos 6 meses anteriores, para n\u00e3o correr o risco de ingerir uma dieta nutricionalmente deficiente (muito pobre em nutrientes ou de elevado valor cal\u00f3rico mas tamb\u00e9m nutricionalmente pobre), na altura critica do desenvolvimento fetal.<br \/>\n&#8211; Iniciar a ingest\u00e3o de \u00e1cido f\u00f3lico;<br \/>\n&#8211; Ingesta energ\u00e9tica adequada e variada;<br \/>\n&#8211; Excluir o \u00e1lcool;<br \/>\n&#8211; N\u00e3o tomar suplementos diet\u00e9ticos sem consultar o seu medico assistente;<\/p>\n<p><strong>1. Necessidades nutricionais durante a gesta\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1.1. Energia<\/strong><br \/>\nExiste alguma controv\u00e9rsia em termos de ingesta cal\u00f3rica e aumento de peso das gr\u00e1vidas \u201cna sociedade ocidental bem alimentada\u201d.<br \/>\nO IOM (Institute of Medicine) em 2009, preconiza um aumento de 11,5 \u2013 16 Kg.<br \/>\nOutros autores demonstraram que um aumento ponderal dentro de um limite t\u00e3o grande n\u00e3o se justificava.<br \/>\nUma mulher com um IMC pr\u00e9 \u2013 concepcional normal deve ter um aumento de peso entre os 7 \u2013 10 kg, sendo que o maior aumento deve ser no \u00faltimo trimestre da gravidez.<\/p>\n<p><strong>1.2. Prote\u00ednas<\/strong><br \/>\nA maioria das mulheres faz um consumo di\u00e1rio de prote\u00ednas superior ao recomendado (0,8 a 1 g\/kg\/dia \u2013 fora da gravidez).<br \/>\nDurante a gravidez as necessidades \u00f3timas s\u00e3o desconhecidas.<br \/>\nPensa-se que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio um aumento das necessidades na gravidez.<\/p>\n<p><strong>1.3. Ferro<\/strong><br \/>\nO atual valor de refer\u00eancia da ingesta de ferro em mulheres adultas \u00e9 de 14,8 mg\/dia.<br \/>\nRobinson et al. num estudo recente verificaram um decr\u00e9scimo nas reservas de ferro no in\u00edcio da gravidez em mulheres mult\u00edparas, mulheres com baixa retribui\u00e7\u00e3o s\u00f3cio \u2013 econ\u00f3mica e mulheres com baixo IMC.<br \/>\nO importante \u00e9 a biodisponibilidade do ferro diet\u00e9tico muito mais do que a quantidade de ferro na dieta (Hallberg).<br \/>\nO ferro heme da hemoglobina dos animais (carnes) \u00e9 melhor absorvido do que o ferro n\u00e3o heme (vegetais, cereais, leguminosas). Para uma maior absor\u00e7\u00e3o e biodisponibilidade pode-se juntar uma fonte de vitamina C (sumo de laranja, tomate, kiwi) em especial nas gr\u00e1vidas que n\u00e3o ingerem carne.<br \/>\nO c\u00e1lcio e os polifen\u00f3is de liga\u00e7\u00e3o ao ferro, exemplo s\u00e3o os taninos do ch\u00e1, diminuem a absor\u00e7\u00e3o (raz\u00e3o pela qual n\u00e3o devem ser ingeridos os comprimidos de ferro com ch\u00e1 ou leite).<\/p>\n<p><strong>1.4. C\u00e1lcio<\/strong><br \/>\nPreconiza-se como valor de refer\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o \u00e1 ingesta de c\u00e1lcio, 700mg\/ dia para as mulheres dos 19 \u2013 50 anos, este valor \u00e9 o mesmo durante o per\u00edodo de gravidez.<br \/>\nDeve-se ter em aten\u00e7\u00e3o as mulheres que n\u00e3o consomem leite ou produtos l\u00e1cteos, assim como aquelas que por quest\u00f5es culturais fazem grandes ingestas de fibra, podem comprometer a absor\u00e7\u00e3o deste mineral.<\/p>\n<p><strong>1.5. Zinco<\/strong><br \/>\nIngesta di\u00e1ria de 7mg\/dia. Fontes de zinco (carne, peixe, leguminosas, cereais integrais).<\/p>\n<p><strong>1.6. Folato<\/strong><br \/>\nDurante a gravidez a ingesta deve ser de 300mg\/dia (vegetais de folha verde, cereais de pequeno almo\u00e7o enriquecidos).<\/p>\n<p><strong>1.7. Vitamina C<\/strong><br \/>\nAumenta a absor\u00e7\u00e3o do ferro n\u00e3o heme, sendo a ingest\u00e3o superior no 3\u00ba trimestre de gravidez (50mg\/dia).<br \/>\nDeve ser inclu\u00eddo nas refei\u00e7\u00f5es vegetais e fruta.<br \/>\nGr\u00e1vidas fumadoras t\u00eam uma menor absor\u00e7\u00e3o de vitamina C, deve-se monitorizar a sua ingesta e se necess\u00e1rio aumentar.<\/p>\n<p><strong>1.8. Vitamina D<\/strong><br \/>\n\u00c9 fundamental para manter a absor\u00e7\u00e3o do c\u00e1lcio.<br \/>\nAs necessidades di\u00e1rias normalmente s\u00e3o fornecidas atrav\u00e9s da exposi\u00e7\u00e3o solar.<br \/>\nAtualmente recomenda-se que para al\u00e9m da exposi\u00e7\u00e3o solar as mulheres gr\u00e1vidas devem fazer suplementos de vitamina D para se obter uma ingesta de 10mg\/dia.<br \/>\nAlimentos ricos em vitamina D, margarina e manteigas enriquecidas em vitamina D, queijo, peixe de conserva em azeite, ovos.<br \/>\nTer em aten\u00e7\u00e3o as mulheres que se cobrem todas de preto por motivos culturais, religiosos ou \u00e9tnicos, devido \u00e1 pouca exposi\u00e7\u00e3o solar.<\/p>\n<p><strong>1.9. Vitamina A<\/strong><br \/>\nDevido aos efeitos teratog\u00e9nicos, recomenda-se 5000 UI (1500mg\/dia).<br \/>\nEvitar alimentos ricos em vitamina A (f\u00edgado, pat\u00e9s, salsichas de f\u00edgado).<\/p>\n<p><strong>1.10. Tabaco<\/strong><br \/>\nEstudos recentes verificaram que as mulheres fumadoras tinham ingestas mais baixas de folato, ferro e vitamina C (Rogers et al).<\/p>\n<p><strong>1.11. \u00c1lcool<\/strong><br \/>\nNuma revis\u00e3o feita pelo Royal College of Obstetricians and Gynaecologists do Reino Unido concluiu que o consumo de \u00e1lcool superior a 3 bebidas por semana, no primeiro trimestre da gravidez aumenta o risco de aborto espont\u00e2neo, assim como o consumo social de \u00e1lcool acima das 120gr de \u00e1lcool\/semana, poder\u00e1 ter algum efeito negativo no peso do Rec\u00e9m \u2013 nascido.<br \/>\nRecomenda-se que as gr\u00e1vidas devem ter cuidado com o consumo de \u00e1lcool e limitar este o mais poss\u00edvel (em dias de festa).<\/p>\n<p><strong>2. Seguran\u00e7a Alimentar na Gravidez<\/strong><br \/>\nExistem algumas infe\u00e7\u00f5es transmitidas por determinados alimentos que podem ser graves durante a gravidez.<\/p>\n<p><strong>2.1. Listeriose<\/strong>, Intoxica\u00e7\u00e3o alimentar causada pela bact\u00e9ria \u201cListeria monocytogenes\u201d. Evitar queijos n\u00e3o curados, exemplo Camembert, Brie, queijos de cabra e de ovelha, queijos com bolor, leite n\u00e3o pasteurizado (vaca, ovelha e cabra) e produtos fabricados com leite n\u00e3o pasteurizado.<br \/>\nAlimentos frios pr\u00e9 \u2013 cozinhados ou preparados que n\u00e3o sejam reaquecidos (saladas, pat\u00e9s, quiches, empadas de carnes frias).<br \/>\nEste microrganismo \u00e9 destru\u00eddo pelo calor, como tal os alimentos devem ser muito bem cozinhados.<\/p>\n<p><strong>2.2. Salmonelose<\/strong>, Intoxica\u00e7\u00e3o alimentar causada por salmonelas (ovos crus, consumidos em maionese caseira, babas de camelo, mousse, salame, soufl\u00e9s frios, aves mal cozinhadas e contamina\u00e7\u00e3o cruzada de aves cruas).<br \/>\nEste microrganismo \u00e9 destru\u00eddo pelo calor, os alimentos devem ser muito bem cozinhados.<\/p>\n<p><strong>2.3. Toxoplasmose<\/strong>, intoxica\u00e7\u00e3o causada pelo microrganismo Toxoplasma gondii, encontra-se na carne crua, leite n\u00e3o pasteurizado e nas fezes dos gatos.<br \/>\nUtilizar luvas quando se estiver a jardinar e quando se manipular detritos de gato.<br \/>\nA carne deve ser muito bem cozinhada.<\/p>\n<p><strong>2.4. Campylobacter<\/strong>, intoxica\u00e7\u00e3o alimentar cuja fonte de infe\u00e7\u00e3o mais comum s\u00e3o as aves e leite, a \u00e1gua n\u00e3o tratada, animais dom\u00e9sticos e o solo.<br \/>\nEvita-se com boas pr\u00e1ticas de higiene e alimentos bem cozinhados.<br \/>\nPara evitar toxinfe\u00e7\u00f5es alimentares e seguindo as boas pr\u00e1ticas de seguran\u00e7a alimentar:<br \/>\n&#8211; Lavar sempre as m\u00e3os antes e depois de preparar os alimentos;<br \/>\n&#8211; Manter as zonas de confe\u00e7\u00e3o e os instrumentos com que se confeciona bem limpos;<br \/>\n&#8211; N\u00e3o juntar alimentos crus (carne ou peixe) com alimentos cozinhados;<br \/>\n&#8211; Lavar a fruta, vegetais, saladas antes de comer;<br \/>\n&#8211; Nunca comer alimentos que j\u00e1 passaram de prazo;<br \/>\n&#8211; Cozinhar bem os alimentos;<br \/>\n&#8211; Frigor\u00edfico e congelador a funcionar a uma temperatura correta;<br \/>\n&#8211; Usar luvas quando se manipula detritos de gato ou se fizer jardinagem;<br \/>\n&#8211; Manter os animais dom\u00e9sticos afastados das superf\u00edcies da cozinha;<\/p>\n<p><strong>2.5. Alergias<\/strong>, Amendoins e nozes s\u00e3o alimentos com grande incid\u00eancia al\u00e9rgica, estando a aumentar este tipo de alergias nas crian\u00e7as.<br \/>\nAtendendo \u00e1 sua gravidade recomenda-se que em fam\u00edlias at\u00f3picas, por existirem algumas provas que a exposi\u00e7\u00e3o entra \u2013 uterina aos al\u00e9rgenos em especial do amendoim pode aumentar o risco de alergia nestas crian\u00e7as as m\u00e3es devem evitar a sua ingest\u00e3o na gravidez. Recomenda-se em especial \u00e0s gr\u00e1vidas al\u00e9rgicas, se o pai for al\u00e9rgico ou outra crian\u00e7a da fam\u00edlia for tamb\u00e9m al\u00e9rgica.<\/p>\n<p><strong>3. Problemas Relacionados com a Gravidez<\/strong><\/p>\n<p><strong>3.1. N\u00e1useas e V\u00f3mitos<\/strong><br \/>\nEstes dois sintomas existem com alguma frequ\u00eancia na gravidez em especial no 1\u00ba trimestre. Para evitar deve-se:<br \/>\n&#8211; Comer amiudadas vezes (2 em 2horas), refei\u00e7\u00f5es de pequeno volume;<br \/>\n&#8211; Comer alimentos mais secos (p\u00e3o, biscoitos, cereais, bolachas, fruta), ao iniciar a primeira refei\u00e7\u00e3o;<br \/>\n&#8211; Levantar-se da cama lentamente, evitando movimentos s\u00fabitos.<br \/>\n&#8211; Beber os l\u00edquidos entre as refei\u00e7\u00f5es, e n\u00e3o durante as mesmas;<br \/>\n&#8211; Evitar refei\u00e7\u00f5es \u201ccopiosas\u201d, alimentos muito gordos ou grandes quantidades de gordura na confe\u00e7\u00e3o dos alimentos assim como os molhos;<br \/>\n&#8211; Evitar alimentos muito condimentados;<br \/>\n&#8211; Beber lentamente os l\u00edquidos quando se sentir enjoada;<br \/>\n&#8211; Utilizar alimentos e bebidas com gengibre, para aliviar as n\u00e1useas;<br \/>\n&#8211; Evitar medicamentos alternativos, por exemplo alguns \u00f3leos de aromaterapia, est\u00e3o contra-indicados por n\u00e3o se saber o efeito na gravidez.<\/p>\n<p><strong>3.2. Azia<\/strong><br \/>\n&#8211; Pequenas refei\u00e7\u00f5es com grande frequ\u00eancia em vez de grandes refei\u00e7\u00f5es com muitas horas de intervalo;<br \/>\n&#8211; Leite e iogurte podem ajudar a aliviar os sintomas em algumas gr\u00e1vidas;<br \/>\n&#8211; Evitar condimentos, alimentos gordos, bebidas gasificadas ou alimentos \u00e1cidos;<\/p>\n<p><strong>3.3. Obstipa\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nPode ser a combina\u00e7\u00e3o de diversos fatores:<br \/>\n&#8211; Efeitos fisiol\u00f3gicos da gravidez sobre a fun\u00e7\u00e3o gastrointestinal;<br \/>\n&#8211; Diminui\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica;<br \/>\n&#8211; Altera\u00e7\u00f5es no padr\u00e3o alimentar;<br \/>\n&#8211; Baixa ingesta de l\u00edquidos e de fibra;<br \/>\nAs gr\u00e1vidas devem:<br \/>\n&#8211; Aumentar a ingesta de fibra (cereais, vegetais, fruta mais fibrosa), contribuindo com esta atitude para um maior aumento do volume fecal, em especial quando iniciam suplementa\u00e7\u00e3o com ferro;<br \/>\n&#8211; Aumento da ingesta h\u00eddrica, que muitas vezes \u00e9 reduzida devido ao aumento e frequ\u00eancia do n\u00ba de mic\u00e7\u00f5es. Devem ser alertadas que a ingest\u00e3o h\u00eddrica n\u00e3o se aumente \u00e1 conta de sumos gasificados, sumos artificiais mas sim de \u00e1gua, tisanas, sumos naturais (estes desde que n\u00e3o estejam a aumentar excessivamente de peso);<br \/>\n&#8211; Caminhadas di\u00e1rias;<\/p>\n<p><strong>4. Conclus\u00e3o:<\/strong><br \/>\nA melhor altura para modificar h\u00e1bitos alimentares \u00e9 na fase pr\u00e9 \u2013 concepcional para que estes se mantenham durante a gravidez e para o resto da vida, tanto para si como para a pr\u00f3pria fam\u00edlia.<br \/>\nComo conselhos gerais:<br \/>\n&#8211; Consumir refei\u00e7\u00f5es regularmente (2 em 2 horas no m\u00e1ximo 3 em 3 horas no per\u00edodo diurno e n\u00e3o estar mais de 8 horas no per\u00edodo noturno sem comer);<br \/>\n&#8211; Consumir de todos os alimentos que se encontram na roda dos alimentos, nas por\u00e7\u00f5es que est\u00e3o representadas (maior consumo de hort\u00edcolas, vegetais e fruta, seguindo-se os cereais, p\u00e3o, batatas, as leguminosas, depois os produtos l\u00e1cteos e por fim, numa por\u00e7\u00e3o mais pequena mas tamb\u00e9m importante a carne, o peixe e os ovos. N\u00e3o esquecer o centro da roda, a \u00e1gua;<br \/>\n&#8211; N\u00e3o ingerir grandes excessos de gordura e a\u00e7\u00facares de absor\u00e7\u00e3o r\u00e1pida (a\u00e7\u00facar, bolos, compotas, rebu\u00e7ados, doces de colher, gomas, mel), para n\u00e3o ter uma surpresa com o aumento de peso;<br \/>\n&#8211; Temperar sempre com azeite;<br \/>\n&#8211; Evitar a ingest\u00e3o de \u00e1lcool;<br \/>\n&#8211; Evitar os alimentos que possam provocar toxinfe\u00e7\u00f5es alimentares (leite n\u00e3o pasteurizado, queijos fabricados com leite n\u00e3o pasteurizado ou com bolores, f\u00edgado e alimentos confecionados \u00e1 base de f\u00edgado, ovos crus ou mal cozinhados);<br \/>\n&#8211; Evitar alimentos alerg\u00e9nicos se houver hist\u00f3ria familiar de doen\u00e7as at\u00f3picas (amendoins e nozes);<br \/>\n&#8211; Cumprir as normas de seguran\u00e7a alimentar, cozinhando muito bem os alimentos e desinfetando corretamente aqueles que s\u00e3o ingeridos crus (saladas e alguns legumes);<br \/>\n&#8211; Ter em aten\u00e7\u00e3o h\u00e1bitos alimentares e culturais (minorias \u00e9tnicas, vegans ou vegetarianas);<br \/>\nNutri\u00e7\u00e3o no masculino<br \/>\nPouca investiga\u00e7\u00e3o se tem feito nesta \u00e1rea, come\u00e7ando agora a surgir os primeiros artigos e muito ligados \u00e1 infertilidade masculina.<br \/>\nO mais equilibrado conselho nutricional ser\u00e1:<br \/>\n&#8211; Ingerir uma dieta equilibrada e o mais variada poss\u00edvel;<br \/>\n&#8211; Moderar o consumo de \u00e1lcool e tabaco;<br \/>\n&#8211; Corrigir o peso, se for em excesso;<br \/>\nTal como nas mulheres, estas corre\u00e7\u00f5es devem ser feitas nos 6 meses anteriores \u00e1 conce\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><br \/>\n<em>&#8211; Salas-Salvad\u00f3, J., Garcia-Lorda, P., Ripoll\u00e9s, J. 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